Já se aborda a questão há muitos meses, mas neste momento as fugas de informação, são mais que muitas e confirma-se que em Janeiro de 2015, quem ainda não passou, irá passar a ser gerido pela Câmara Municipal. Refiro-me ao Pessoal Não Docente das Escolas, tanto assistentes técnicos como os assistentes operacionais, quase todos nós prestamos serviço e aceitamos um contrato com o MEC, com determinadas condições, que neste momento, ninguém nos abordou que tipo de alteração pode ou não sofrer o contrato.
Já existem concelhos em que essa transferência de competências, já existe, pelo que me comentam, a gestão do processo individual, matéria sobre as faltas, processamento de vencimentos e pouco mais está centralizado no serviços da Câmara.
Poderão acontecer diversos cenários, durante os primeiros tempos, fica tudo igual, com a autonomia pelos diretores, mas também pode determinada Câmara começar a rodar pelas pessoas pelo Concelho, suportando os custos inerentes certamente para o trabalhador! (Nem se preocupam na dinâmica familiar de cada um de nós.) A ver vamos.
Mas estou curioso, em ver a relação, o cuidado, para com aqueles trabalhadores que não residem no concelho, digo, não votam no concelho que trabalham, pois é!! Não nos podemos esquecer que é tudo política, os votos ainda contam... preparem-se para usarem duas t-shirts (de cor diferente) ao mesmo tempo.
Mais uma medida do governo, que projeta tudo às escondidas, os trabalhadores não são tidos nem achados.
Anda alguém assustado ? Já foram esclarecidos ? Tudo às escuras ?
"Também todo o pessoal não docente do pré-escolar ao secundário, ou seja, os auxiliares de acção educativa e o pessoal dos serviços vão passar a ser recrutados pelas autarquias. Estas são, aliás, duas competências que os ministérios da Educação e da Administração Local querem passar para as câmaras já em Janeiro de 2015, sabe o Diário Económico. No caso de Matosinhos serão 700 os trabalhadores, dos 12 agrupamentos de escolas do concelho, que passam a ser geridos pela autarquia. Fora da proposta está a gestão dos professores que continuará a ser feita pelo Ministério da Educação. "